Candidata a Deputada Federal · Zona da Mata e Caparaó

Luciana Rampi 1123

Eu conheço a escola rural pela estrada, pela sala e pela mesa.

Dois concursos públicos, faculdade de Letras e de Pedagogia, supervisão de onze municípios e a Secretaria de Educação de Carangola. Até julho de 2026 eu ainda estava dando aula em escola rural, chegando pela estrada de barro.

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Luciana Rampi, candidata a deputada federal por Minas Gerais
2concursos públicos aprovados
11municípios na Superintendência Regional de Ensino
2graduações: Letras e Pedagogia
2026último ano dando aula em escola rural

Antes da educação: babá, empregada doméstica, cartório de registro civil e locutora de rádio. A carreira pública começou por concurso e continuou por concurso, duas vezes.

Onze municípios de escola estadual

Como Supervisora Regional de Ensino eu acompanhava as escolas estaduais de onze municípios, pela Superintendência de Carangola. É de lá que se enxerga onde a norma trava antes de chegar na sala.

A estrada é pauta de frequência

Sem estrada o aluno não chega, o professor não chega e a merenda não chega. Transporte escolar e estrada rural são o mesmo assunto.

Voltei para a sala depois

Fui supervisora regional e fui secretária municipal, e depois disso voltei a dar aula. Conheço os três lados da mesma decisão.

Luciana Rampi em sala de aula

Fui empregada doméstica na casa da professora que me alfabetizou.

Nasci na Zona da Mata e minha vida inteira acontece entre Faria Lemos e Carangola. Comecei a trabalhar antes da idade de trabalhar: babá, depois doméstica na casa da professora que me alfabetizou. A primeira carteira assinada veio aos 19 anos, numa rádio FM. A virada foi um concurso público.

A educação entrou por concurso público, e foi por concurso que eu subi dentro dela: da sala de aula à supervisão de onze municípios, da supervisão à Secretaria Municipal, e da Secretaria de volta para a sala de aula.

  • Zona da Mata mineira
  • Letras e Pedagogia
  • Dois concursos públicos
  • Escola rural até 2026
Conhecer a trajetória

Três bandeiras.
Todas passam pela mesma estrada.

A estrada que leva à escola é a mesma que leva o aluno, o professor e a merenda. É por isso que educação e estrada rural, nesta candidatura, não são dois assuntos.

01

Educação básica

Dois concursos, carreira dentro da rede

O gargalo aparece primeiro na escola pequena: falta professor, falta transporte, falta o profissional de apoio. Eu vi esse gargalo pela Superintendência, nas escolas estaduais de onze municípios, e vi de dentro da sala de aula depois. Sei onde a norma trava entre uma ponta e a outra, e é essa distância que quero encurtar.

02

Educação Especial

Professor de apoio e sala de recurso

Aluno com laudo esperando professor de apoio é o gargalo que a escola rural sente primeiro e resolve por último. Isso não se resolve com circular: se resolve com gente contratada, formada e presente na sala, e com quem cobre o horário quando ela falta.

03

Estrada rural

Transporte escolar e frequência

Comecei em Pedra Dourada chegando de carona, porque o ônibus não passava na estrada de barro. Estrada rural não é pauta de infraestrutura, é pauta de frequência: sem estrada o aluno não chega, o professor não chega e a merenda não chega.

Subi dentro da educação, por concurso, duas vezes.

Não vim de fora da educação para a política. Vim de dentro da escola, e da ponta dela: passei em dois concursos, supervisionei onze municípios, dirigi uma secretaria e voltei para a sala de aula depois disso.

Pedra Dourada foi onde eu comecei, e a escola rural foi para onde eu voltei. Entre uma coisa e outra, dois concursos, duas graduações, onze municípios de supervisão e uma secretaria municipal. É a mesma estrada, percorrida nos dois sentidos.

  • ANTES DA IDADE Babá, e depois doméstica O segundo emprego foi na casa da professora que me alfabetizou. Trabalhei também no cartório de registro civil de Faria Lemos.
  • AOS 19 ANOS A primeira carteira assinada Veio de uma rádio FM em Carangola. Segui como locutora em Guarapari e em Volta Redonda antes de voltar para casa.
  • A VIRADA Concurso em Pedra Dourada Passei no primeiro concurso público de professora. A partir dali a trajetória virou uma linha reta dentro da educação pública.
  • LETRAS E PEDAGOGIA Duas graduações dando aula Depois veio o concurso da Secretaria de Estado de Minas Gerais, também aprovado. Exonerei Pedra Dourada e passei para Carangola.
  • SUPERINTENDÊNCIA Onze municípios sob supervisão Supervisora Regional de Ensino das escolas estaduais de onze municípios, e depois Secretária Municipal de Educação de Carangola.
  • ATÉ JULHO DE 2026 De volta à escola rural Voltei para a sala de aula depois de ter sido secretária, em escola rural, e encontrei a mesma estrada de barro do começo da carreira. Hoje eu tenho carro; a estrada continua igual.

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A região onde eu trabalhei tem nome e tem estrada.

Professor da rede, pai e mãe de aluno, motorista de transporte escolar e quem mora onde a estrada é de barro. É essa a base desta campanha, e é dela que a agenda sai.

Carangola· Faria Lemos· Pedra Dourada· Fervedouro· Tombos· Divino· Espera Feliz· Caparaó· Alto Caparaó· Orizânia· Caiana

Professora concursada, formada em Letras e Pedagogia. Supervisora Regional de Ensino de onze municípios e ex-secretária municipal de Educação de Carangola.

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